Talvez uma das maiores e mais conhecidas seja o Festival de Parintins, realizado todos os anos. A festa gira em torno da disputa entre dois bois: o Garantido (representado pela cor vermelha) e o Caprichoso (representado pela cor azul). São os desfiles dos dois “bois” no último final de semana do mês de junho.A festa nasceu a partir da influência de imigrantes nordestinos que trouxeram a lenda “Bumba-meu-boi” e é realizado desde 1966.

Há também a herança dos imigrantes africanos na formação cultural da região norte. Uma das mais marcantes é prática da “congada”, que é uma festa encanando a coroação de um rei e uma rainha eleita pelos escravos. Também há lendas de origem africana que acabaram se misturando as da região.
Lendas são o que não faltam no folclore dessa região: desde mitos famosos como Bicho Papão e Saci Pererê até outras mais regionais como a da Vitória Régia e a do Boto.
A lenda do boto era de um boto rosado, que em noites de festa, aparecia em forma de um rapaz, usando chapéu ( para encobrir o buraco que os botos tem na cabeça) e seduz as moças desacompanhadas e as leva para o fundo do mar e, em alguns casos, as engravida. Já a vitória régia era, segundo a lenda indígena, a índia mais bonita de uma aldeia e era apaixonada pela lua, ou “guerreiro lua”. Então, ficava a observar a lua todas as noites, até que, em uma oportunidade, ela viu o reflexo da lua no rio. Então, ela pulou e tentando achar guerreiro lua na água, morreu afogada. Triste pelo que tinha acontecido, a lua fez com que nascesse uma planta na água com seu formato e que tivesse o nome da índia.


Além dessas lendas ainda existem as do: Boitatá, Curupira, Iara, Cobra Honorato, Onça Maneta e outros.
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