Criada no final dos anos 60 para integrar a Amazônia Ocidental ao país, a Zona Franca de Manaus (ZFM) e seu entorno crescem ininterruptamente por mais de 45 anos, conciliando o crescimento econômico e social com a preservação de 98% da floresta.
O estado do Amazonas, antes condenado a atividades econômicas predatórias, como a exploração mineral, a agricultura e a pecuária, especializou-se em fornecer estrutura e oportunidade para o surgimento de uma área de livre comércio, que com o suporte de incentivos fiscais diferenciados, venceu os desafios de logística e criou, em plena floresta amazônica, uma das maiores estruturas industriais do continente latino-americano.
Atualmente, no Polo Industrial de Manaus (PIM), cerca de 600 empresas produzem tablets, computadores, televisores, aparelhos de ar condicionado, bebidas, motocicletas, telefones, produtos químicos entre tantos outros que abastecem o mercado nacional e internacional, gerando emprego e renda para mais de 115 mil pessoas e faturando R$ 73 bilhões de reais por ano.
Ao contrário do que muita gente imagina, mesmo com a isenção de alguns tributos, a Zona Franca bate sucessivos recordes de arrecadação. Em 2012, por exemplo, apenas de ICMS foram recolhidos R$ 629 milhões. De janeiro a setembro de 2013, a capital amazonense foi responsável por mais de 50% do montante total dos R$ 872 milhões de reais arrecadados pela Receita Federal no estado.










